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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Morre Abraham Kasinski, fundador da Kasinski Motos


No acostamento da estrada terrena...

10/02/2012 – Faleceu ontem, em São Paulo, o empresário Abraham Kasinsky, fundador da Cofap e da marca de motos Kasinski, de uma parada cardíaca, aos 94 anos, em São Paulo.


Depois de fundar e presidir durante quatro décadas a Cofap, maior indústria de autopeças brasileira, vendeu suas ações da empresa em 1997 por US$ 25 milhões para a empresa italiana Magneti Marelli.

"Ninguém queria comprar peça nacional. Corri o Brasil, cidade por cidade, para catequizar os mecânicos", lembrava. No início dos anos 90, a Cofap chegou a empregar 18 mil trabalhadores e exportar para 97 países, com faturamento anual de US$ 1 bilhão.

Depois disso, comprou uma fábrica na Zona Franca de Manaus, passou a produzir motocicletas e emprestou o sobrenome (trocando o "y" por "i"), "para dar credibilidade aos veículos de duas rodas".

Descendente de imigrantes russos, Kasinsky permaneceu no comando da empresa de motos até 2009, quando decidiu vender a Kasinski (empresa) para o grupo CR Zongshen (parceria do empresário brasileiro Claudio Rosa e da fabricante de motos chinesa).

O enterro está programado para essa sexta-feira (10/02) no Cemitério Israelita, no bairro do Butantã, Zona Oeste de São Paulo.

Um dos comerciais da marca, protagonizado pelo próprio, pode ser visto em www.youtube.com/v/tNXHMaYwi0E

Fonte: Associação Brasileira de Motociclistas

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Conheça um pouco da história dos motoclubes no Brasil




No Brasil a primeira associação fundada em 1927 foi o Moto Club do Brasil sediado na Rua Ceará no estado do Rio de Janeiro, alguns anos depois, mais precisamente em 1932 surgiu o Motoclub de Campos. E talvez seja este o mais antigo MC que se tem notícia no mundo. Lá fora, nesta época (Década de trinta) estavam surgindo moto clubes com tendência mais rígida e muitos acontecimentos vieram a expor a imagem do motociclista ao ridículo principalmente pela imprensa sensacionalista da época que acusava os motociclistas de arruaceiros, desordeiros e outros superlativos.Mais tarde, algumas produções de Hollywood serviram para incentivar verdadeiros desordeiros a criarem motoclubes e formar gangues. Tal fato fez da Década de 50’, a página negra na história do motociclismo. Mas isso está mudando, pena que ainda somos confundidos com arruaceiros que aparecem em encontros fazendo bagunça do tipo estouro de escapamento, borrachão com pneu e etc.
Mais tarde, já na Década de 60’ as motocicletas voltaram a ser tema de Hollywood com Elvis Presley, Roustabout e Steve McQueen com ‘A Grande Fuga’, uma série de filmes que chegou ao seu auge com ‘Easy Riders’. Finalmente inicia-se a mudança da imagem do motociclista com o início da sua fase romântica, que perdurou até o final da Década de 70’. Este período fixou o motociclista como ícone de liberdade e resistência ao Sistema. No Brasil, nessa época, surgiu em São Paulo-SP o Zapata MC (1963) e já no final da Década, no Rio de Janeiro, o Balaios MC (1969) grupo este que já seguia os novos padrões internacionais e o princípio de irmandade.
A partir da Década de 70’ viu-se a implantação de diversos motoclubes pelo mundo, a maioria já seguindo o princípio de hierarquia e irmandade. No Brasil a popularização iniciou-se na Década de 90’, quando da liberação da importação pelo governo do então presidente Collor. O maior MC brasileiro era OS ABUTRES que perderam o lugar para a irmandade BODES DO ASFALTO. O maior MC do mundo é HELLS ANGELS MC (EUA – 1948) Os MCs mais antigos são, no Brasil (talvez no mundo) o Moto Club do Brasil(1927) e nos EUA são as Motormaids(1940) M.C. (isso mesmo: um MC de mulheres segundo a AMA- USA).
História dos MCs nos Estados Unidos - como começou?
Provavelmente (por que não é reconhecido pela AMA-US) o primeiro moto clube americano (USA) apareceu após a ‘Grande Depressão’ e que se mantém vivo até hoje é o Cook Outlaws M.C. (1936). Esse grupo era radicado em Cook, cidade de Illinois e mantinha seu território até Chicago. O Cook Outlaws M.C. tornou-se mais tarde o Chicago Outlaws MC e hoje é conhecido como Outlaws Motorcycle Club ou Outlaws MC.
O símbolo dos Outlaws M.C. era gravado na parte detrás dos coletes e consistia simplesmente no nome do clube; as vestes e os revestimentos de couro, assim como o escudo e símbolos de cada facção não existiam nessa época. É interessante notar que de acordo com o site do Outlaws M.C., o logotipo do moto clube (isto é “Charlie,” um crânio centrados sobre dois pistões e bielas cruzadas, similares a bandeira do pirata Jolly Roger) foi influenciado pelo vestuário do filme ‘The Wild One’, estrelado por Marlon Brando em 1954.
Mas o motoclube mais antigo, segundo a AMA não é formado por homens, mas por mulheres! Sim,mulheres! O motoclube feminino chamado Motormaids é o que mantêm o título de moto clube mais antigo (mais de 60 anos) de acordo a American Motorcyclist Association Club– AMA, (veja a revista AMA) associação que concedeu a carta patente de motoclube mais antigo já em 1940. As Motormaids M.C. mantiveram uma identidade singular e uma estrutura hierárquica interna igual desde seu início. E, pasmem! Ao contrário do que muita gente imagina as Motormaids M.C. são sim o motoclube (certificado e com carta patente) mais antigo inclusive que o mundialmente famoso Hells Angels M.C. que teve origem em 1947 e mais ainda do que os OUTLAWS MC.
Os Outlaws MC, criados em 1936, reivindicaram a patente de mais antigo, mas eles realizaram duas modificações em seu nome no decorrer desse tempo e acabaram por não conseguirem provar que era o mesmo MC e, por isso, não obteve a carta patente de mais antigo MC do mundo segundo a AMA americana. Portanto, marmanjos, o MC mais antigo da América do Norte é formado por mulheres motociclistas. E nunca mais fale que moto não é coisa de mulher, ok?
A campanha da imprensa americana contra os MCs
Como se formou a imagem ruim dos motociclistas perante a opinião pública
Associação Americana de Motociclismo
Muitos atribuem a um filme, mas o fato que gerou todo esse preconceito contra motociclistas e MCs teve início a partir de um incidente. Tal fato acabaria definitivamente com a onda e a imagem dos MCs bonzinhos. O fato aconteceu em Hollister, Califórnia, em 4 de julho de 1947. Esse episódio foi tema de uma distorcida reportagem feita pela Revista Life onde ela misturou o novo perfil dos motociclistas ao incidente e fez com que os motoclubes não ligados a AMA ganhassem popularidade.
Naquela época, apenas os membros da AMA recebiam o certificado de motoclube o que dava permissão de competir em provas de velocidade. O mundo da competição era um fator determinante para a formação e difusão dos motoclubes nos EUA. A AMA era responsável pelas regras relativas aos seus membros, pela segurança nas corridas, bem como pela ‘imagem familiar’ que os eventos necessitavam ter para a venda de ingressos.
Em 4 de julho de 2007, uma falha de organização dentro da AMA provocou um pequeno incidente em Hollister, Califórnia e depois dele a imagem dos motociclistas não seria mais a mesma. Nesse fim de semana, ocorreu o encontro de vários motoclubes, incluindo Pissed Off Bastards of Bloomington (POBOB) e os Boozefighters Motorcycle Clubs, todos atraídos pelas corridas anuais que a AMA promovia por todo os EUA. Como estes eventos eram considerados de primeira linha, uma legião de motociclistas, membros de moto clubes ou não, se faziam presentes. Naquele dia uma mistura de álcool e adrenalina resultou em incidentes. Membros de moto clubes e não membros passaram a competir pelas ruas da cidade, regados a grande quantidade de cerveja. A confusão produziu pequenos incidentes, entre eles dano ao patrimônio e atentados ao pudor, mas nada parecido com “um cerco à cidade”, como a revista Life noticiou.
A dúvida sobre o que realmente aconteceu em Hollister sempre existirá, pois a maior parte das pessoas que viveram aquele final de semana já faleceu e por isso a verdade nunca apareça. As reportagens da época retratam Hollister como uma cidade tipicamente interiorana que foi abalada pela chegada de ‘motoqueiros arruaceiros’ que fizeram da cidade um pandemônio, no entanto, há registros de que Hollister já havia recebido outras corridas de motocicletas, inclusive a própria Gypsy Tour, em 1936. Com isso, pode-se afirmar que a cidade calma foco das reportagens, também não é verdadeira. O certo é que anos mais tarde, também em Hollister, por muito pouco, outra confusão não aconteceu. Em 1997 tentaram comemorar o aniversário de 50 anos do incidente, mas não deu muito certo, pois, de novo, a cidade não tinha capacidade de receber milhares de motociclistas.
EUA, 04 de julho de 1947, Hollister, Califórnia – O dia em que tudo mudou
O incidente ocorrido em 04 de julho de 1947 em Hollister, Califórnia (USA) pode ser atribuído a um erro de cobertura de imprensa e a um texto sensacionalista que tinha como objetivo vender mais jornais (prática da época). De acordo com relatos, Barney Peterson, um fotógrafo do San Francisco Chronicle, publicou a foto de um motociclista bêbado equilibrando-se precariamente sobre uma motocicleta Harley-Davidson, cercado por cascos de cerveja quebrados e segurando uma cerveja em cada mão com a seguinte manchete: “e assim, a América”
O San Francisco Chronicle exagerou quando, no artigo, afirmava que “motociclistas realizavam competições em todas as ruas e entravam com suas motocicletas dentro de bares e restaurantes”. Para piorar este episódio a revista utilizou palavras como “terrorismo” e “pandemônio”. Também afirmavam que as mulheres que acompanhavam os motociclistas eram qualquer coisa, menos “senhoritas americanas”.
O artigo serviu para insuflar os ânimos na região e logo apareceram os primeiros desentendimentos que resultaram até em morte. A revista Life, em 21 de julho de 1947, aproveitando o momento, publicou um artigo usando a mesma foto do motociclista bêbado com o seguinte título: “Ele e os seus amigos aterrorizam a cidade” (Cyclist’s Holiday: He and Friends Terrorize Town). O artigo afirma que “quatro mil membros de um moto clube eram responsáveis pelo tumulto.” Mais do que um exagero essa afirmação era uma deslavada mentira, pois nenhum motoclube havia conseguido juntar, pelo menos a metade desse número, naquela época.
Bastaram apenas 115 palavras colocadas logo abaixo de uma imagem gigantesca de um motociclista bêbado para causarem tumulto por todo país. Alguns autores afirmaram que a AMA liberou para imprensa uma nota que desmentia a sua participação no evento de Hollister e indicava que 99% dos motociclistas eram pessoas de bem, cidadãos cumpridores da lei, e que os clubes de motociclistas da AMA não estiveram envolvidos na baderna. Porém a Associação Americana do Motociclista não tem nenhum registro de tal nota. A revista Life publicou o comentário de pelo menos de três pessoas, uma delas era Paul Brokaw, um proeminente editor de um periódico chamado Motorcyclist. Brokaw ‘detona’ a Revista Life considerando que a imagem publicada era totalmente descabida e mentirosa.
A íntegra da carta do editor à LIFE
Brokaw, em carta ao editor da Life destaca sua indignação com a forma pela qual o fato fora tratado pela revista:

“Senhores,
As palavras mal servem para expressar meu choque ao descobrir que o retrato do motociclista foi obviamente preparado e publicado por um fotógrafo interesseiro e sem escrúpulos.

Nós reconhecemos, lamentavelmente, que houve uma desordem em Hollister – não ato de 4.000 motociclistas, mas de um por cento desse número, ajudada por um grupo de não motociclistas apostadores. Nós, de forma alguma, estamos defendendo os culpados – de fato é necessária uma ação drástica para evitar o retorno de tais comportamentos.
Entretanto, vocês devem entender que a apresentação dessa foto macula, inevitavelmente, o caráter de 10.000 homens e mulheres inocentes, respeitáveis, cumpridores das leis e que são os representantes verdadeiros de um esporte admirável.”
Paul Brokaw
Editor, Motorcyclist
Los Angeles, Calf.

Enquanto os motociclistas comuns e as moto-organizações estavam tentando se distanciar do ocorrido em Hollister, clubes como o Boozefighters buscaram se enquadrar a ele. Assim, o evento de Hollister de 1947 era o que faltava para a consolidação dos motoclubes não alinhados a AMA, ou seja, os “Outlaw Motorcycle Clubs”. Vale ressaltar que estes MCs nunca pertenceram a AMA, logo não foram banidos ou coisa parecida como alguns informam.
Entre 1948 e princípios dos Anos 60’ os clubes de motociclistas (não aliados a AMA) se espalharam para fora da Califórnia estabelecendo um novo capítulo na história do motociclismo nos Estados Unidos. Outlaws Motorcycle Clubs tais como os Sons of Silence Motorcycle Club, surgiram no meio oeste, os Bandidos Motorcycle Club, no Texas; os Pagans Motorcycle Club, na Pennsylvania; entre outros. Durante este período, vários membros do Pissed Off Bastards of Bloomington saíram do seu clube e formaram a primeira versão dos Hells Angels Motorcycle Club (HAMC). No mesmo período, os Boozefighters, um dos Outlaws Motorcycle Clubs originais, iniciou o declínio no número de membros.
O Vietnam e os “Bebês Assassinos”
Um ponto significativo na evolução dos motoclubes 1%
O conflito do Vietnam (1958-1975) pode ser visto como um dos fatos mais recentes que contribuíram para o aumento dos Outlaws Motorcycle Clubs. Se o retorno dos veteranos da 2ª guerra foi um fator que auxiliou na formação desses motoclubes, o conflito do Vietnam foi à pólvora que faltava para explodirem. Veteranos desse conflito eram humilhados pela população em geral. Chegaram a ser rotulados de “bebês assassinos”. Alguns receberam cusparadas e xingamentos nos aeroportos e, muitas vezes, foram recusados em bons empregos, isso após “terem cumprido com o seu dever” para com o país.
No meio dessa confusão surgem os motoclubes 1%. Eles emergem em uma escala nacional tendo como suporte o surgimento dos Outlaw Motorcycle Clubs. Para concretizar este nascimento, os clubes dominantes da época foram além. Observando a declaração atribuída a AMA (de que os arruaceiros eram apenas 1%), buscaram para si a responsabilidade de fazer parte daquele 1% que foi apontado em Hollister. Assim, criaram a organização sem regras explícitas, não alinhada a AMA, ou seja, assumidamente Outlaw Motorcycle Club e passaram a se identificar por meio de um emblema em forma de diamante com a inscrição 1%. Concordaram também em estabelecer limites geográficos ao qual cada MC teria domínio.
Um ponto significativo na evolução dos motoclubes 1% se evidenciou no verão de 1964 na Califórnia. Nesta época, dois membros do Oakland Hells Angels Motorcycle Club foram presos e acusados de terem estuprado duas mulheres em Monterey, no entanto, pouco tempo depois foram liberados, devido a insuficiência de provas. Esse episódio foi à desculpa que faltava para que o governo do estado da Califórnia voltasse os olhos para os outlaw motorcycle clubs. Ainda em 1964, o senador Fred Farr exigiu uma investigação imediata sobre os estas organizações, encargo que ficou sob a responsabilidade do general Thomas C. Lynch.
Duas semanas mais tarde iniciaram-se as investigações. No ano seguinte, o General Lynch liberou ao público um relatório que esmiuçava as atividades dos outlaw motorcycle clubs tais como os Hells Angels. O relatório de Lynch pode ser considerado como a primeira tentativa de se classificar os clubes de motocicleta como um perigo para a comunidade e para o estado, entretanto, se resumiu em afirmar que essas organizações possivelmente cometiam crimes como sedução de jovens inocentes, estupro e pilhagem em pequenas cidades. O relatório foi largamente contestado, até mesmo dentro das organizações do estado. A imprensa, no entanto, percebendo que a história dos Outlaw Motorcycle Clubs vendia bem passou a publicar diuturnamente o lado negativo dessa organização. Talvez Andrew Syder seja o que melhor esboçou o efeito do relatório de Lynch. Segundo ele, o relatório moldou o conceito de motoclube na opinião do cidadão americano de forma negativa. Essa afirmação pode ser compreendida quando se observa os noticiários da época e ainda os dos tempos atuais. Nada, ou pouco mudou.
Os motoclubes ainda são a melhor forma de expressar o motociclismo estradeiro, mas é bom lembrar que todas as corridas que hoje vemos mundo afora começaram com eventos promovidos pela AMA-USA. Tais eventos foram os precursores de tudo o que vem a ser o mercado de motos hoje. Os motoclubes podem até perder o seu pique de crescimento, mas nunca vão perder o glamour.
Não é demais lembrar que uma das mais geniais jogadas de marketing da história do motociclismo foi feita pela Honda quando ela entrava no mercado americano. Honda modificou a forma de se comercializar motocicletas nos EUA, acabando com o sistema de consignações e fazendo com que o americano com cara de good boy trocasse o carro por uma scooter japonesa. Não satisfeito, Honda obteve as primeiras colocações vendendo motos e carros na terra da Harley Davidson e de Henry Ford. O anúncio, oportuno para a época, falava que você encontrava gente bonita numa Honda.
Antes de Honda as oficinas americanas usavam o sistema de consignação e abriam aos fins de semana. Honda mudou isso para o modelo que hoje ainda vigora. Mas nunca é demais lembrar que tudo isso passou a contecer quando alguém decidiu criar um clube de consumidores de motos e acessórios chamado – motoclube.
Fonte: Internet (atualização 27/10/2011)

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Fausto Maciera diz que motivo da morte de Simoncelli foi a força da pancada da moto


Domingo, 23/10/2011
Piloto morre após sofrer grave acidente no GP da Malásia do Mundial de Motovelocidade.
Fonte: globo.com


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Confira as novidades das principais marcas na 11ª edição da feira.

Evento continua até o próximo domingo (9) em São Paulo.

O principal evento do setor de duas rodas no Brasil, o Salão Duas Rodas reúne as grandes novidades para o mercado brasileiro. A 11ª edição da feira continua até o próximo domingo (9), no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. A equipe do G1 conferiu de perto as novas motocicletas que estarão em breve à venda no país.

BMW Sertão
A BMW G 650 GS Sertão é a primeira moto da marca alemã lançada mundialmente no Brasil. Utilizando a base da tradicional G 650 GS, a BMW criou uma moto mais aventureira.

Dafra Next 250
Com motor de 249,4 cm³ de refrigeração líquida, a Next 250 é a grande atração da Dafra no salão. A moto é fruto de parceria com a marca taiwanesa SYM e tem linhas bem modernas.

Ducati Streetfighter
A Ducati Streetfighter faz sua estreia mundial no salão e deve chegar às lojas no início do ano que vem, ainda sem preço definido. Seu propulsor possui dois cilindros e alcança 140 cv.

Harley-Davidson - CVO Ultra Classic Electra Glide
A Harley-Davidson tem oito modelos no salão, entre eles o primeiro da linha CVO no Brasil. CVO Ultra Classic Electra Glide tem motor de 1.800 cm³ e custa R$ 104,9 mil.

Honda CB 1000R
Feita em Manaus, a moto chega às lojas em outubro em duas versões: a standard (R$ 38 mil) e outra com sistema de freios ABS (R$ 41 mil). Seu visual é agressivo e o motor alcança 125 cv.

Kasinski Comet 650
A Comet GT 650 é o destaque da Kasinski no salão. Esta naked derivadada esportiva GT 650R é equipada por um motor V2 de refrigeração líquida e custa R$ 19,9 mil.

Kawasaki Ninja
A Ninja 1000 é uma versão com carenagens da naked Z1000, já vendida no Brasil, com características mais esportivas. Seu motor atinge 138 cv de potência.

KTM 200 Duke
A marca austríaca KTM confirmou que comercializará a 200 Duke, no Brasil, a partir do próximo ano. A pequena Duke possui um acabamento primoroso e conta com freios superpotentes.

Brutale 1090RR
A MV Agusta, marca italiana especializada em motos exclusivas, está em nova fase no Brasil. Entre os produtos se destaca a Brutale 1090RR, uma naked de caráter esportivo capaz de alcançar 144 cv de potência máxima.

Shineray Explorer 150
Uma das novidades da Shineray no Salão Duas Rodas é a Explorer 150. Destinada a encarar tanto terra como asfalto, a explorer está equipada com motor monocilíndrico de 13,5 cv de potência máxima a 8.500 rpm.

Suzuki M 800R
A M 800R é uma versão com visual diferenciado da Boulevard M 800, que a Suzuki já vende no Brasil. Seu motor V2 de 805 cm³ refrigerado a água atinge 53 cv de potência.

Traxx Dunna 600
Aguardada pelo público desde o salão de 2009, a Dunna é um modelo trail de média cilindrada. Com pneus de uso misto, essa moto pode ser uma opção para estradas de asfalto e de terra.

Yamaha XT 660Z Ténéré
A 660 vem completar a "família" da Yamaha Ténéré no Brasil. Custando R$ 30.500, terá apenas uma versão, na cor azul, e sem freios ABS. Seu motor é o monocilíndrico de 660 cm³ gera 48 cv de potência.


Salão Duas Rodas
Quando: 4 a 9 de outubro de 2011
Horários: das 14h às 22h, de 4 a 8 de outubro, e das 11h às 19h, no dia 9
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Ingressos: adultos: R$ 35; crianças de 5 a 12 anos: R$ 17
Estacionamento: bolsão para 1,2 motos gratuito; carros: R$ 25; motos (fora do bolsão): R$ 15
Transporte: haverá ônibus saindo do Terminal Rodoviário Tietê para o Anhembi

fonte: http://g1.globo.com/carros/salao-duas-rodas/2011/noticia/2011/10/g1-da-giro-pelo-salao-duas-rodas-assista-video.html


segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Salão duas rodas 2011

Apresentação

Histórico

Há 20 anos, o primeiro evento dedicado exclusivamente ao setor de duas rodas era lançado em São Paulo. Pouco mais de 80 empresas participaram do evento que nascia com a missão de ser o pólo concentrador do mercado de duas rodas na América do Sul.
Ano após ano, o evento acompanhou o crescimento do mercado consumidor de motocicletas e bicicletas no Brasil, hoje um dos maiores consumidores de veículos de duas rodas no mundo. E o Salão acompanhou de perto essa evolução:

O Evento


Ativa toda a cadeia produtiva diretamente relacionada ao setor
• venda dos veículos, motopeças, bicipeças, acessórios, equipamentos, vestuário e serviços

Confraterniza todas as vertentes do setor de motocicletas
• Motovelocidade, Moto Cross, Moto Clubes, Wheeling, Moto Trial

É um ponto de encontro para:
• motos, bicicletas, triciclos, quadriciclos...
• associações, entidades do setor e órgãos governamentais
• expositores, empresários, pilotos, compradores e fornecedores
• revistas, jornais, televisão e rádio

Unifica exposição e demonstração
• exposição nos stands e áreas de shows com atividades interativas

Cria atrativos diversificados
• para fidelizar quem já utiliza veículos de duas rodas
• para conquistar novos consumidores

Prepare-se para as novidades!


Ficha Técnica

SALÃO DUAS RODAS - Feira Internacional de Motocicletas, Bicicletas, Peças, Equipamentos e Acessórios
Periodicidade: Bienal
Edição: 11ª Edição
Realização: 04 a 09 de outubro de 2011

Horário: 14h00 às 22h00 de 04 a 08 de Outubro e das  11h00 às 19h00 no dia 09 de outubro

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi - Avenida Olavo Fontoura, 1.209 - São Paulo - SP
Área Total de Exposição: 110.000 m²
Estimativa Expositores: 450
Estimativa Público: 250.000 visitantes
Entrada:
- Consumidor Final: Bilheteria - Entrada mediante compra de Ingressos;
- Profissionais do Setor: Entrada gratuita mediante a pré-credenciamento no site.
Fonte: http://www.salaoduasrodas.com.br

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Projeto descongela e aumenta indenizações do seguro DPVAT

A Câmara analisa o Projeto de Lei 632/11, do deputado Antônio Roberto (PV-MG), que descongela e aumenta os valores das indenizações pagas pelo seguro obrigatório por Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de via Terrestre (DPVAT) às vítimas de acidente de trânsito ou às suas famílias (em caso de morte).

O projeto restabelece os valores antigos das indenizações, fixados pela Lei 6.194/74, ou seja:- 40 salários mínimos (R$ 21.800, atualmente) em caso de morte;
- até 40 salários mínimos em caso de invalidez permanente;
- até oito salários mínimos (R$ 4.360, atualmente) como reembolso à vítima que tiver despesas de assistência médica e suplementares devidamente comprovadas.

Esses valores foram alterados em 2006 pelo governo por meio da Medida Provisória 340, convertida na Lei 11.482/07. Essa lei congelou o valor dos prêmios em reais: R$ 13,5 mil em casos de morte ou de invalidez permanente e de até R$ 2,7 mil para reembolso de despesas médicas.

O autor argumenta que “a fórmula anterior nunca havia sido contestada pela população e em nada prejudicava a administração pública federal”. Segundo ele, embora o valor da indenização tenha sido congelado, foram mantidos os aumentos compulsórios anuais do prêmio cobrado dos proprietários de veículos.

“Nada demonstra a oportunidade, a necessidade ou o benefício da mudança da prática. Caso exista, é tão somente das seguradoras que administram o seguro obrigatório”, critica o parlamentar.

TramitaçãoA proposta foi apensada ao PL 505/91, que extingue o seguro DPVAT. Os projetos estão prontos para inclusão na pauta do Plenário.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

CataEventos.com - Eventos em Brasília, Festas, Esportes, Shows, Boates, Bares, Etc...



Aí galera, encontrei esse site de eventos de Brasília, onde consta várias informações legais, vale a pena dar uma olhada, o link é http://www.cataeventos.com/

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