É preciso lembrar que Páscoa não é apenas a morte e o sacrifício de Cristo, mas também a celebração de alegria e vitória pela sua ressureição".
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quarta-feira, 20 de abril de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
Distribuidora recua da decisão de repassar gasolina mais cara aos postos
O céu ficou carregado, mas a tempestade não caiu. O aumento de R$ 0,09 sobre o litro da gasolina vendido no Distrito Federal, que elevaria o custo do derivado do petróleo a uma média de R$ 3,03 na bomba, não ocorreu. A BR Distribuidora chegou a vender o combustível com valor reajustado no sábado, mas, ontem, recuou da decisão e amorteceu o aumento previsto para R$ 0,01, segundo informou o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e de Lubrificantes do DF (Sindicombustíveis-DF). De tão pequena, a nova alta não foi passada aos consumidores. Eles continuarão a abastecer por um preço médio de R$ 2,94.
De acordo com a Federação Nacional do Comércio dos Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis), episódio semelhante ocorreu em Minas Gerais. Nos bastidores do mercado, circula a informação de que a Petrobras teria decidido segurar os preços da gasolina tipo C — acrescida de 25% de álcool anidro — até que haja uma oferta maior de cana-de-açúcar no país.
“A safra de cana está começando hoje (ontem) em 80% das usinas. A Petrobras, ela própria dona de usina, pode ter segurado porque sabe que haverá maior oferta. A gente tem declaração de alguns funcionários da BR Distribuidora de que o reajuste sobre o álcool anidro não seria repassado agora. Espero que todos nós possamos nos beneficiar”, afirmou Paulo Miranda Soares, presidente da Fecombustíveis e do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados do Petróleo do Estado de Minas Gerais (Minaspetro).
Segundo Soares, a exemplo do que ocorreu no Distrito Federal, os revendedores varejistas mineiros receberam, no fim da semana passada, a notícia de um aumento substancial na gasolina. Alguns chegaram a comprar o derivado do petróleo pelo preço mais alto. De acordo com ele, até ontem, o Minaspetro apurava nos postos se a alta havia permanecido, mas tudo indicava que não.
Nota trocadaProprietário da maior rede de postos de gasolina do DF — a Gasol, que detém 91 dos 320 existentes — o empresário Antônio Matias afirmou que, em alguns dos estabelecimentos do conglomerado, a BR substituiu as notas fiscais com o valor da gasolina acrescido de R$ 0,09 por outras com o preço mais barato. A troca teria acontecido no início da manhã de ontem. “Hoje (ontem) cedinho, umas 6h30 ou 7h, recolheram as notas do combustível que havia sido vendido sábado. Não vão cobrar, farão a devolução da diferença. Recebemos a notícia por telefone, por volta das 17h de domingo”, disse o empresário.
O Sindicombustíveis-DF disse desconhecer a substituição, mas não descartou que ela tenha ocorrido em algumas empresas. Por meio da assessoria de comunicação, a entidade afirmou que muitos dos postos que compraram combustíveis a custo mais elevado decidiram absorver o impacto para não perder clientes.
O Correio Braziliense teve acesso a uma nota fiscal de aquisição de combustível por um posto local. O estabelecimento comprou gasolina da BR no sábado pelo preço de R$ 2,5842. Estabelecimentos que deixaram para repor os estoques nesta segunda adquiriram o mesmo produto, da mesma distribuidora, por R$ 2,5191. Os donos de postos de combustíveis afirmam que, no início da semana passada, o derivado do petróleo era vendido a eles por R$ 2,5036. Por meio da assessoria de imprensa, a BR Distribuidora informou que não comentaria o assunto.
Somente este ano, a gasolina já aumentou três vezes no DF. Entre fevereiro e março, foi de R$ 2,77 para R$ 2,86. Depois, ainda em março, subiu R$ 0,03 e atingiu R$ 2,89. No último dia 12 , chegou a R$ 2,94. Grande parte da elevação foi puxada pelo álcool, cuja produção diminuiu com a entressafra da cana-de-açúcar.
LucroDe acordo com os preços atuais do litro da gasolina, a margem de lucro dos revendedores, está, atualmente, em cerca de16,7%. No início da semana passada, o Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) abriu procedimento para apurar se há lucratividade abusiva por parte dos empresários do setor em Brasília e região. O promotor Paulo Roberto Binicheski, da 1ª Promotoria de Defesa do Consumidor (Prodecon) quer apurar se os estabelecimentos estão auferindo vantagem excessiva às custas dos clientes. Em 2007 e 2004, ações na Justiça restringiram temporariamente a margem de lucro dos postos do DF a 15,87%.
Mariana BrancoDe acordo com a Federação Nacional do Comércio dos Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis), episódio semelhante ocorreu em Minas Gerais. Nos bastidores do mercado, circula a informação de que a Petrobras teria decidido segurar os preços da gasolina tipo C — acrescida de 25% de álcool anidro — até que haja uma oferta maior de cana-de-açúcar no país.
“A safra de cana está começando hoje (ontem) em 80% das usinas. A Petrobras, ela própria dona de usina, pode ter segurado porque sabe que haverá maior oferta. A gente tem declaração de alguns funcionários da BR Distribuidora de que o reajuste sobre o álcool anidro não seria repassado agora. Espero que todos nós possamos nos beneficiar”, afirmou Paulo Miranda Soares, presidente da Fecombustíveis e do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados do Petróleo do Estado de Minas Gerais (Minaspetro).
Segundo Soares, a exemplo do que ocorreu no Distrito Federal, os revendedores varejistas mineiros receberam, no fim da semana passada, a notícia de um aumento substancial na gasolina. Alguns chegaram a comprar o derivado do petróleo pelo preço mais alto. De acordo com ele, até ontem, o Minaspetro apurava nos postos se a alta havia permanecido, mas tudo indicava que não.
Nota trocadaProprietário da maior rede de postos de gasolina do DF — a Gasol, que detém 91 dos 320 existentes — o empresário Antônio Matias afirmou que, em alguns dos estabelecimentos do conglomerado, a BR substituiu as notas fiscais com o valor da gasolina acrescido de R$ 0,09 por outras com o preço mais barato. A troca teria acontecido no início da manhã de ontem. “Hoje (ontem) cedinho, umas 6h30 ou 7h, recolheram as notas do combustível que havia sido vendido sábado. Não vão cobrar, farão a devolução da diferença. Recebemos a notícia por telefone, por volta das 17h de domingo”, disse o empresário.
O Sindicombustíveis-DF disse desconhecer a substituição, mas não descartou que ela tenha ocorrido em algumas empresas. Por meio da assessoria de comunicação, a entidade afirmou que muitos dos postos que compraram combustíveis a custo mais elevado decidiram absorver o impacto para não perder clientes.
O Correio Braziliense teve acesso a uma nota fiscal de aquisição de combustível por um posto local. O estabelecimento comprou gasolina da BR no sábado pelo preço de R$ 2,5842. Estabelecimentos que deixaram para repor os estoques nesta segunda adquiriram o mesmo produto, da mesma distribuidora, por R$ 2,5191. Os donos de postos de combustíveis afirmam que, no início da semana passada, o derivado do petróleo era vendido a eles por R$ 2,5036. Por meio da assessoria de imprensa, a BR Distribuidora informou que não comentaria o assunto.
Somente este ano, a gasolina já aumentou três vezes no DF. Entre fevereiro e março, foi de R$ 2,77 para R$ 2,86. Depois, ainda em março, subiu R$ 0,03 e atingiu R$ 2,89. No último dia 12 , chegou a R$ 2,94. Grande parte da elevação foi puxada pelo álcool, cuja produção diminuiu com a entressafra da cana-de-açúcar.
LucroDe acordo com os preços atuais do litro da gasolina, a margem de lucro dos revendedores, está, atualmente, em cerca de16,7%. No início da semana passada, o Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) abriu procedimento para apurar se há lucratividade abusiva por parte dos empresários do setor em Brasília e região. O promotor Paulo Roberto Binicheski, da 1ª Promotoria de Defesa do Consumidor (Prodecon) quer apurar se os estabelecimentos estão auferindo vantagem excessiva às custas dos clientes. Em 2007 e 2004, ações na Justiça restringiram temporariamente a margem de lucro dos postos do DF a 15,87%.
Fonte: Correio Braziliense
Publicação: 19/04/2011 07:00 Atualização: 19/04/2011 07:12
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Gasolina - Petrobras fala em almento e Ministro da Fazenda diz que não
O provavel aumento do preço da gasolina está provocando divergências dentro do governo. A Petrobras fala em aumento e o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirma que não há previsão de reajuste. Já o álcool tem subido incontrolavelmente nas bombas. Vamos acompanhar...
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Primeira Semana com a CB 300 R
Ai galera, aqui está um pequeno espaço para você que adquiriu essa pequena honert, deixe registrado aqui como foi a sua primeira semana, sensação de prazer, frustração, alegria e expectativa futura.
Entre as capitais Brasília tem o etanol mais caro
Brasília tem o Etanol mais caro entre as capitais do país, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O preço do combustível nos postos de Brasília é R$ 2,837. Já o valor médio do país é R$ 2,296, sendo R$ 0,541 mais barato.
Atrás de Brasília tem o Rio Grande do Sul, R$ 2,641 e Roraima R$ 2,639.
Apenas os municípios do Cruzeiro do Sul no Acre e de Itaituba no Pará tem o etanol mais caro que a Capital, valendo R$ 2,90. O mais barato é em João Pessoa, onde o consumidor abastecer ao preço de R$ 1,980.
Atrás de Brasília tem o Rio Grande do Sul, R$ 2,641 e Roraima R$ 2,639.
Apenas os municípios do Cruzeiro do Sul no Acre e de Itaituba no Pará tem o etanol mais caro que a Capital, valendo R$ 2,90. O mais barato é em João Pessoa, onde o consumidor abastecer ao preço de R$ 1,980.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Deputado e sindicatos discutem boicote aos preços dos combustíveis no DF
O deputado Chico Vigilante (PT) e representantes de diversos sindicatos se reúnem, nesta quinta-feira (31/3), para discutir a questão da cartelização dos postos de combustíveis do Distrito Federal. O encontro está previsto para às 19h30 no Sindicato dos Bancários. Segundo a assessoria de imprensa do parlamentar, o objetivo é propor um movimento organizado de boicote as duas grandes redes de combustíveis, Gasol e Gasoline.
Durante o encontro, o deputado vai defender que a população fique alguns dias sem abastecer nas principais redes do DF para forçar que os postos abaixem o preços dos combustíveis.
Durante o encontro, o deputado vai defender que a população fique alguns dias sem abastecer nas principais redes do DF para forçar que os postos abaixem o preços dos combustíveis.
O preço da gasolina e do etanol dispararam neste ano. A gasolina sofreu três aumentos desde o início do ano e já atinge o valor de R$ 2,87 o litro. Já o etanol passa pelo oitavo reajuste e chega a custar R$ 2,84 o litro, quase o mesmo valor da gasolina antes da terceira alta.
A justificativa da alta nos preços é a entressafra da cana-de-açúcar que é considerada uma das piores da história.
A justificativa da alta nos preços é a entressafra da cana-de-açúcar que é considerada uma das piores da história.
Fonte: Correio Braziliense
terça-feira, 29 de março de 2011
Sindicombustíveis será investigado por suposta interferência nos preços
Após 15 meses de investigação, a Secretaria de Direito Econômico (SDE), ligada ao Ministério da Justiça, tem indícios de que o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e de Lubrificantes do Distrito Federal (Sindicombustíveis-DF) estaria tentando interferir nos preços finais praticados pelos postos. Empresários do setor foram intimados a prestar esclarecimentos e nas próximas semanas o trabalho, iniciado em novembro de 2009, deve ser intensificado. Técnicos do órgão apuram ainda se os estabelecimentos estão cometendo abusos no preço do etanol, que esta semana subirá pela oitava vez no ano. A apuração, cujos detalhes não foram revelados, não tem data para ser concluída.
A SDE começou a investigar a existência de possível cartel nos postos de combustíveis do DF após reportagens do Correio sobre os sucessivos aumentos nas bombas no fim daquele ano. Na época, a titular da secretaria, Mariana Tavares, garantiu agilidade no trabalho, mas adiantou não ser tarefa fácil provar a prática de combinação de preços. O brasiliense paga um dos combustíveis mais caros do país e não tem muita opção na hora de abastecer, em virtude da pouca variação de preços. Neste mês, o litro da gasolina chegou a R$ 2,88 e o do álcool atingirá hoje R$ 2,84 na maioria dos postos.
Os constantes reajustes em 2011 têm assustado os motoristas. Após o anúncio de que o valor do etanol encostaria no da gasolina, na última sexta-feira o deputado distrital Chico Vigilante (PT) apresentou ao Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) representação em desfavor das duas maiores redes do DF — Gasol e Gasoline — e do Sindicombustíveis. No ofício de seis páginas, o parlamentar — que em 2003 relatou a CPI dos Combustíveis na Câmara Legislativa — sugere que o MP adote medidas urgentes, como a elaboração de uma ação civil pública, com pedido de liminar, para limitar a margem de lucro dos postos de combustíveis.
Ofício a Dilma
Vigilante também enviou ofícios à presidente Dilma Rousseff e ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, em que defende a volta do controle dos preços de combustíveis pelo governo e a atuação da Polícia Federal no trabalho de investigação do que classifica como “cartéis robustecidos”. “Nada justifica preços tão altos, a não ser a ganância dos donos de postos. Chegamos a uma situação insustentável”, disse ontem o parlamentar. Para o professor Samuel Dionísio, 41 anos — que todo mês gasta entre R$ 500 e R$ 600 com combustível, equivalente a um quinto do orçamento da casa —, o consumidor tem poucas opções no DF. “O cartel fica evidente quando ocorrem as promoções relâmpagos, todas ao mesmo tempo, e depois o preço sobe junto de novo”, observou.
O presidente do Sindicombustíveis-DF, José Carlos Ulhôa, disse, por meio da assessoria, que só se pronunciará sobre a investigação da SDE e das ações do deputado Chico Vigilante se for notificado oficialmente. Antônio Matias, dono da Rede Gasol, afirmou que os empresários não têm por que temer as denúncias. “Estamos apenas repassando aumentos das distribuidoras. O deputado, que é do governo, deveria saber da Petrobras o motivo de os valores estarem subindo tanto”, afirmou Matias, antes de deixar claro que a gasolina pode ficar ainda mais cara nos próximos dias. O setor alega que os recentes reajustes são resultado de uma das piores entressafras de cana-de-açúcar da história.
Dono de posto em Taguatinga e presidente do sindicato dos revendedores de combustíveis por 12 anos, Carlos Recch acusa o deputado Chico Vigilante de “oportunista”. “Ele encontrou uma boa hora para se promover. Na época da CPI (em 2003), fez um oba-oba e agora vai fazer de novo. Ele fica repetindo que foi provado o cartel, mas nada ficou provado”, sustentou. Vigilante reitera que, durante as investigações, documentos e escutas telefônicas judicialmente autorizadas comprovaram que os preços de mercado eram combinados durante reuniões entre diretores e associados do atual Sindicombustíveis, à época chamado de Sinpetro-DF.
Fonte: correio Braziliense
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